Entenda a lucratividade do investimento florestal

Tempo de leitura: 4 minutos

A lucratividade do investimento florestal, que antes era um privilégio de grandes organizações e de pessoas ligadas ao setor, hoje é acessível para investidores de todos os portes.

Com expectativas de baixo risco e alta lucratividade, a modalidade tem se apresentado como uma opção importante de investimento para quem procura tranquilidade e boa rentabilidade nesta excelente oportunidade de diversificação de investimentos.

A mudança de paradigma

As florestas surgiram como um tipo de ativo interessante na década de 1980, quando as empresas do setor, principalmente dos Estados Unidos, entenderam que o mercado de madeira poderia ser explorado de forma mais eficiente.

Naquela época era predominante o conceito de verticalização da indústria madeireira, que plantava extensas florestas para atender basicamente às próprias necessidades. Assim, somente o excedente era direcionado para outras demandas do mercado.

Foi quando as companhias começaram a perceber que seria mais interessante concentrar na atividade industrial e transferir o plantio para os investidores por meio da venda de ativos florestais.

Assim, surgiu um novo paradigma do investimento florestal.

O rápido crescimento

De acordo com o Portal do Agronegócio, no final dos anos 1980, fundos de pensão, seguradoras e fundos soberanos detinham grande parte dos investimentos em madeira, que somavam algo em torno de US$1 bilhão. Hoje, existem investidores de todos os tipos e portes, que detêm mais de US$50 bilhões em ativos florestais.

O investimento em florestas plantadas no Brasil também tem acompanhado essa tendência. Atualmente os recursos investidos em florestas já ultrapassaram os R$ 8 bilhões e as projeções indicam que esse número deve se expandir em mais de 50% até o final da década.

A força do pequeno investidor

Grande parte desses recursos está sendo gerada por pequenos investidores que, tradicionalmente, não tinham acesso a esse mercado. Com o surgimento do crowdfunding — a modalidade de investimento coletivo que permite que o dinheiro seja captado diretamente com o investidor — qualquer pessoa, mesmo aquela que não tem contato com o setor, pode se beneficiar com a lucratividade do investimento florestal.

A ideia é simples: com uma pequena quantia — o crowdfunding permite aplicações a partir de R$ 400 — o investidor pode aderir a um contrato de investimento coletivo. Dessa forma ele financia o plantio de uma floresta e passa a ter direito à participação nos resultados comerciais com a venda da madeira obtida ali.

O retorno é em longo prazo — entre 15 e 20 anos. Contudo, a rentabilidade, que fica entre 8% e 14% ano, e o baixo risco criam atrativos muito interessantes para o negócio.

Os benefícios do investimento florestal

O setor florestal tem baixa volatilidade e oferece boa lucratividade para o investidor. Contudo, também é importante considerar os benefícios ambientais e sociais que o investimento no plantio de florestas pode proporcionar.

Quando uma floresta é plantada ocorre uma interferência direta sobre a qualidade do meio ambiente, uma vez que as árvores afetam positivamente as condições atmosféricas, reduzindo a concentração de gases de efeito estufa. Dessa forma, há uma melhora considerável na qualidade do ar e na temperatura das regiões próximas às áreas de plantio.

Ao mesmo tempo, o negócio florestal gera emprego e renda para milhares de pessoas que se envolvem com todo o ciclo produtivo — do plantio e corte até a comercialização dos produtos de madeira.

Os riscos

Os principais riscos existentes no investimento em ativos florestais estão associados à produtividade. Afinal, as árvores são seres vivos que, entre outras possibilidades, estão sujeitas a doenças e pragas e que sofrem influência do clima e de outros fatores que podem interferir no crescimento e até ocasionar a perda de espécimes. O lado positivo é que todos esses riscos são considerados de fácil controle.

Também é preciso considerar que, como em qualquer setor, o mercado de madeiras apresenta oscilações. Contudo, para essa possibilidade existem medidas de proteção ao investidor.

Se em determinada época o preço da madeira estiver em baixa, por exemplo, é possível retardar o corte. Assim, além de evitar perdas, considerando que a árvore continuará em crescimento, também é possível aumentar a lucratividade do investimento florestal.

Se você quer saber mais sobre ativos florestais e entender como incluí-los no seu portfólio de investimentos, entre em contato conosco! Teremos satisfação em ajudar!

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